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CONTABILIDADE E CONSULTORIA PARA MERCADO DE DRONES

O mercado de Drones – Vants – vem crescendo ano a ano, com a aplicação de seu uso em diversos setores da economia, destacadamente no agro negócio! A regulamentação de uso ainda traz dúvidas e burocracias a partir de 3 órgãos federais responsáveis por normas de vôos (Anac e Decea) e de comunicações (Anatel). Suas necessidades movimentam os mercados de Importadores, Fabricantes Nacionais, Atacadistas, varejistas, prestadores de serviços como Operadores, Treinamentos, Manutenção, Programadores, entre outras atividades que ainda surgirão!!!

A ANAC criou regras para as operações civis de aeronaves não tripuladas, O Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial nº 94/2017 (RBAC-E nº 94/2017) da ANAC é complementar às normas de operação de drones estabelecidas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).

Pelo regulamento da ANAC, aeromodelos são as aeronaves não tripuladas remotamente pilotadas usadas para recreação e lazer e as aeronaves remotamente pilotadas (RPA) são as aeronaves não tripuladas utilizadas para outros fins como experimentais, comerciais ou institucionais.

No site da Anac, há diversas e atualizadas informações sobre o mercado de DRONES.

Neste link abaixo, as orientações para Usuários de Drones.

Classificação das Aeronaves Remotamente Pilotadas

Drone

O termo “drone”, originado nos Estados Unidos da América (EUA), que vem se difundindo mundo afora, para caracterizar todo e qualquer objeto voador não tripulado, seja ele de qualquer propósito (profissional, recreativo, militar, comercial etc.), origem ou característica. Ou seja, é um termo genérico, sem amparo técnico ou definição na legislação. No Brasil, esse termo é mais associado às plataformas menores usadas para fins de lazer e lmagens aéreas.

VANT

VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado), por outro lado, é a terminologia oficial prevista pelos órgãos reguladores brasileiros do transporte aéreo para definir este tipo de plataforma. Segundo a legislação pertinente (Circular de Informações Aéreas AIC N 21/10), caracteriza-se como VANT toda aeronave projetada para operar sem piloto a bordo. Esta, porém, há de ser de caráter não recreativo e possuir carga útil embarcada. Em outras palavras, nem todo “drone” pode ser considerado um VANT, já que qualquer plataforma não tripulada utilizada como hobby ou esporte enquadra-se, por definição legal, na legislação pertinente aos aeromodelos e não à de VANT.

RPA

Há dois tipos diferentes de VANT. O primeiro, mais conhecido, é o RPA (Remotely-Piloted Aircraft/ em português, Aeronave Remotamente Pilotada). Nessa condição, o piloto não está a bordo, mas controla remotamente a aeronave por uma interface externa qualquer (computador, simulador, dispositivo digital, controle remoto etc.).

Diferente de outra subcategoria de VANT, a chamada “Aeronave Autônoma” que, uma vez programada, não permite intervenção externa durante a realização do voo.

RPAS

Há ainda o termo RPAS, que nada mais é do que um sistema de RPA. Em outras palavras, nos referimos às RPAS quando citamos não só a aeronave envolvida, mas todos os recursos do sistema que a faz voar: a estação de pilotagem remota, o link ou enlace de comando que possibilita o controle da aeronave, seus equipamentos de apoio, etc. Ao conjunto de todos os componentes que envolvem o voo de uma RPA usamos, portanto, o nome de RPAS (Remotely Piloted Aircraft Systems).

Principais aplicações comerciais dos drones e setores dentre os muito mais que surgirão

Os avanços têm chegado à forma de capacidades tecnológicas, regulamentação e apoio de investimento, proporcionando muitas novas possíveis aplicações para SANTs – Sistemas Aéreos Não Tripulados (UAS – Unmanned Aircraft Systems), e, conforme continua a evolução tecnológica, pode-se esperar que surgirão muitos outros casos de uso.

As plataformas de VANT.estão se tornando cada vez mais capazes de transportar cargas úteis (payloads) mais pesadas e de voar distâncias mais longas, na medida em que as cargas úteis (câmeras, detectores, etc.) tornam-se menores e mais leves. Esses dois desenvolvimentos complementares acelerarão o crescimento da indústria de VANTs ao longo da próxima década, abrindo oportunidades sem precedentes.